timido sol espreitava no rio,
multidão curiosa espreitava também.
Cravos de mão em mão passavam.
Sonhos sairam à rua apinhados em cravos e espingardas.
A longa tarde só um segundo durou...
e quando, nos olhos da Liberdade o sol se escondia,
os cravos choravam de alegria.
2 comentários:
Como descobrem as aves o rumo?
Caçam ventos como velas, ou neles, se deixam prender?
Abril dos que não o esquecem.
Abril dos que o vivem.
Um beijo, Silvestre.
Como se fotografa o cheiro,
o primordial cheiro
das tabernas?
:)
Enviar um comentário